Gravuras, telas, fotografias, desenhos e esculturas: veja como gente apaixonada por arte exibe suas coleções em conjuntos harmônicos e arejados, que respeitam as proporções do mobiliário e se integram à decoração. Aproveite e consulte as dicas de fotógrafos de como emoldurar e expor fotos. E, se você tem um arranjo de quadros em casa, fotografe e mande para o nosso fórum!
Sofá guia o arranjo
A dona deste apartamento idealizava ter um único quadro centralizado sobre o sofá, mas aceitou o conselho do arquiteto Saulo Szabó para testar uma composição menos comportada. “Peguei emprestadas várias obras numa galeria de arte e organizei os quadros no chão, estudando as proporções, até chegar ao arranjo aprovado por ela”, conta Saulo. Na hora de pregar as gravuras, a largura do sofá foi considerada e respeitou-se a distância mínima de 30 cm até o espaldar. “A fotografia veio depois, preenchendo o vazio abaixo da cúpula da luminária”, afirma.
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Composição intuitiva – parte 1
“Não segui um roteiro. Fui montando este conjunto conforme minha intuição”, conta o arquiteto Mario Celso Bernardes, que gastou três horas de um sábado para finalizar o arranjo de 24 obras na sala de seu apartamento. A primeira gravura a ir para a parede foi a de Hércules Barsotti, alinhada à esquerda com o braço do sofá.
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Composição intuitiva – parte 2
“Variei os tamanhos e os formatos dos quadros, criando dinamismo. Cheguei até a errar algumas alturas, mas não tive dúvida de furar de novo a alvenaria”, diz o arquiteto Mario Celso Bernardes.
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